quarta-feira, 6 de março de 2013

Cartaz

Como disse Manfred Triesch, cartazes são mensageiros. Cartazes são expressão de cultura. (...) Visíveis e inconfundíveis, como parte de um processo de comunicação (...) Bons cartazes falam uma linguagem internacional."
A história do Cartaz foi marcada por momentos de grande lirismo e expressão artística e pontuou momentos de mudança e inquietude social. Por sintetizar graficamente o espírito de uma determinada época, o cartaz possui um valor histórico como meio de divulgação de importantes movimentos de carácter político ou artístico. A história do Cartaz reflecte o desenvolvimento tecnológico e cultural da sociedade ao longo dos anos.
Os cartazes são meios de comunicação datados ainda do século X, e a sua capacidade de comunicação imediata, fez com que fossem utilizados durante toda história, para os mais diversos objetivos.
Cartaz (também chamado póster (português europeu) ou pôster (português brasileiro)) é um suporte, normalmente em papel, afixado de forma que seja visível em locais públicos. Sua função principal é a de divulgar uma informação visualmente, mas também tem sido apreciada como uma peça de valor estético. Além da sua importância como meio de publicidade e de informação visual, o cartaz possui um valor histórico como meio de divulgação em importantes movimentos de caráter político ou artístico. Os problemas estruturais e formais são resolvidos pelo projeto de design gráfico.

O pôster também pode ter um significado diferente de cartaz, no sentido de que a palavra, no Brasil é usada quando nos referimos a peças mais "artísticas" ou de decoração de ambientes (como pôsteres de bandas, artistas, carros). O cartaz é mais específico para designar o meio de comunicação criado a partir das folhas colocadas em espaços públicos, visando Propaganda (como um cartaz de um político), Publicidade (como um cartaz de uma festa) ou simplesmente a comunicação e no cinema.

Resumidamente, o pôster tem valor estético e o cartaz valor funcional, pela informação que quer transmitir. Um cartaz que é pego da rua e colado no quarto de um adolescente, deixa se ser cartaz e pode ser considerado pôster, pois sua função principal, naquele quarto, não é mais informar sobre determinado assunto, mas decorar o ambiente.

Arte e a Fotografia




O Homem sempre tentou reproduzir e fixar aquilo que percepciona. A pintura, como forma de representação da realidade surgiu ainda na pré-história com as imagens rupestres, e acompanhou-nos durante toda a nossa evolução.No século XIX surgiu a fotografia, que veio impressionar a sociedade pela sua representação extremamente realista das coisas. Durante a segunda metade do século XIX pintura e fotografia opuseram-se; a pintura continuava a ser encarada como arte enquanto que a fotografia não obteve logo esse estatuto, por ser um processo mecânico que captava imagens através de fenómenos físico-químicos.
Uma classe de pintores, os miniaturistas, especialista em pintar retratos de pequenas dimensões (para que pudessem ser enviados por carta por exemplo), começou a ver a sua actividade reduzida
A fotografia colaborava com a ciência e os seus registos realistas respondiam as novas necessidade sociais. Era inicialmente muito cara e inacessível às classes mais baixas mas este obstáculo estava a ser superado graças às evoluções do processo fotográfico.
A fotografia era mais rápida, mais realista e permitia a multiplicação de uma única imagem, contudo, não fez com que a pintura perdesse o seu estatuto. A criatividade que os artistas exibiam nos quadros continuava a ser valorizada.
 A determinada altura pintura e fotografia começaram a colaborar entre si e a evoluírem uma com a outra.
Os cenários dos ateliês fotográficos eram por sua vez frequentemente pintados por artistas da época. Enquanto arte, a fotografia apropriou-se de muitas das temáticas da pintura e foi buscar inspiração a alguns dos quadros mais famosos da história.

As épocas da arte

A arte pré-histórica não era e fato “arte” e sim uma maneira de comunicação que surgiu a partir do renascimento,A arte neste período pode ser inferida a partir dos povos que vivem atualmente ou viveram até recentemente na pré-historia (por exemplo, os aborígenes, os índios). Na pré-história, a arte não era algo que pudesse ser separado das outras esferas da vida, da religião, economia, política, e essas esferas também não eram separadas entre si, formavam um todo em que tudo tinha que ser arte, ter uma estética.Tudo era ao mesmo tempo mítico, político, econômico e estético.
A arte da Idade Média insere-se no período que, convencionalmente, se chama de Idade Média. A Igreja Católica assume neste período um papel de extrema importância filtrando todas as produções científicas e culturais, fazendo com que muitas obras artísticas tenham temática religiosa.
Em oposição às formas clássicas, a arte moderna surgiu no final do século passado em forma de pintura e escultura.
Os impressionistas, primeiros pintores modernos, geralmente escolhiam cenas de exteriores como temas para suas obras: paisagens, pessoas humildes, etc.
Rompendo com os padrões antigos, os artistas modernos buscam constantemente novas formas de expressão e, para isto, utilizam recursos como cores vivas, figuras deformadas, cubos e cenas sem lógica.
Não foi fácil para estes artistas serem aceitos pela crítica que já estava acostumada com padrões estéticos bem definidos, mas, aos poucos, suas exposições foram aumentando e o público passou a aceitar e entender as obras modernistas.
Destacam-se como artistas modernistas: Di Cavalcanti, Vicente do Rêgo, Anita Malfatti, Lasar Segall, Tarsilla do Amaral e Ismael Nery.
É um período artístico que surgiu na segunda metade do século XX e se prolonga até aos dias de hoje. Após a Segunda Guerra Mundial, sobrepõe-se aos costumes a necessidade da produção em massa. Quando surge um movimento na arte, esse movimento revela-se na pintura, na literatura, na moda, no cinema, e em tantas outras artes tão diferentes. Sendo a arte transcendente, para um determinado movimento surgir é muito provável que surge antes na sociedade.
Este período evidencia-se fulminantemente na década de 60, com o aviso de uma viagem ao espaço. As formas dos objetos tornam-se, quase subitamente, aerodinâmicas, alusivas ao espaço, com forte recorrência ao brilho do vinil. Na década de 70 a arte contemporânea é um conceito a ter em conta. Surge, enfim a Op Art, baseada na «geometrização» da arte, Pop Art, (principais artistas: Andy Warhol e Roy Liechtenstein)baseada nos ícones da época, no mundo festivo dos setentas, uma arte comercial, que mais tarde se tornaria uma arte erudita.